Sua cidade como você nunca viu
Ribeirão Preto, 01 de agosto de 2010
Sábado, 31 de julho
Fonte: Transerp
O mundo amanheceu nesta sexta-feira (26) sem Michael Jackson. O cantor morreu aos 50 anos, em Los Angeles, vítima de uma parada cardíaca, deixando um legado de ótimas músicas e histórias malucas.
Logo pela manhã, com o comércio abrindo suas portas, as lojas de discos usados no Centro de Ribeirão Preto já anunciavam a trilha-sonora dos próximos dias. "Agora vai aumentar a procura pelos discos dele", informa o comerciante Antonio Fernandes Batista, o Tony Elvis, dono de um dos mais tradicionais e completos sebos da cidade.
A loja de Tony tem discos de vinil e DVDs do 'Rei do Pop'. "Tinha também uma bandeira, mas vendi uns dias atrás". Tony garante que os preços não vão subir agora, depois da morte do cantor. "Pra falar a verdade, artisticamente, ele já estava meio abandonado faz tempo, né?". Um LP sai por R$ 5. O DVD varia de R$ 10 a R$ 15.
Só não ouse comparar Michael Jackson a um outro rei, morto há 32 anos. Para Tony, Michael Jackson não vai virar um mito como Elvis. "Nem tem comparação. O Elvis é único". E nem adianta provocar, lembrando que Michael um dia foi casado com a filha de Rei do Rock. "Ah, aquilo foi casamento de fachada. Acho que ele tava de olho era na mansão do Elvis".
Final da manhã, pausa em Michael Jackson e Robert Smith, cantando com o seu The Cure nas caixas de som da Tony Elvis, nos lembra que a vida continua. Descanse em paz Michael Jackson.
Por: elaine
De: ribeirão (26/06/09 19:06)
Ah, eu gostava das músicas dele. Elas animaram e fizeram parte de vários momentos da minha geração, por isso sempre será lembrado.
Por: Delcy Mac Cruz
De: Ribeirão Preto (27/06/09 15:08)
Angelo, parabéns pelo site. Obrigatório, culturalmente, e também por ter cara de Ribeirão Preto. Sobre o Michael Jackson, tive um compacto simples, com "One Day In Your Life", que foi meu segundo disco comprado (o primeiro, também compacto, é da Sally Baldwin, jazzística soul-woman que sumiu). "One Day" é lentinha, pra dançar nas brinca. Depois, na década 80, eu estava no rock e os trejeitos do Jackson eram coisa de boiola. Eu estava errado.